sábado, 15 de dezembro de 2012

Nine little streets

Hoje o passeio foi este.


Totalizando 8,3 km.
E só uma foto serve de resumo:


vá lá, esta também merece:

A.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Abominável em Amsterdam

Hoje ao acordar vimos tudo coberto de neve:


Não dá para fazer um abominável boneco de neve, mas quase :)

A.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Amsterdam snow


Acordamos esta manhã e uma surpresa aguardava-nos:


NEEVEEE!!

A.

domingo, 25 de novembro de 2012

Red Light

Red Light by Day Light.

A.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Amsterdam Skies

Hoje viu-se o céu e até estava com bom aspecto.



O Remco falou-nos de skate on ice e de vinho quente e chocolate quente :)

A.

Primeira manhã de muito nevoeiro e frio

O choque térmico foi grande ao sair do hotel para a rua, mas ainda pior quando regressamos ao hotel depois de um passeio de 20mints no nevoeiro, geada e vento frio...

A.

domingo, 18 de novembro de 2012

Side by Side

Amsterdam is seen straight ahead, but we keep side by side.

CUFF THE DUKE - Side By Side from Southern Souls on Vimeo.

A.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

a gota que sai de ti, enche o mundo de dor

o poder, a energia, a magia que navega os ares nunca navegados e nos rodeia. Tão perto, tão longe. Andamos para frente e para trás, somos quem pensamos ser e por vezes olhamos para um momento, um suspiro dos deuses que nos deixa a dúvida sobre o porquê.

 O porquê. Essa pergunta que nos tira a fome e o sono, sem tirar a sede. Que transporta até nós a resposta que nunca iremos saber quando essa dúvida se dissipará.

O teu olhar é o de uma criatura perdida, que não compreende, que sente a dor e essa dor transborda do limite do teu ser e atinge todos à tua volta.
Não podes deixar que o desespero te toque dessa forma. Te transforme, te mude da pessoa que és. Que lutaste tanto para ser. Tu acreditas em ti, senão não estaria cá connosco. Não acredito na razão da tua resistência do acto último. És mais do que isso e eu acredito em ti.

A vontade que tens de respostas não irá responder à pergunta que te rói por dentro; que te rasga os lençóis, que te mata a beleza do nascer do dia, que te limpa a vontade de respirar.

As lágrimas são a única coisa que largas cá para fora, que te limpam por dentro, ao levar com elas alguma ínfima parte da sujidade que te obstrui a alma.

Por favor, ama-te.
A.


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Sin City - The Hard Goodbye


Sin City, Vol. 1: The Hard GoodbyeSin City, Vol. 1: The Hard Goodbye by Frank Miller
My rating: 4 of 5 stars

Actually I'm a recent graphic-novel fan, but sin city's style always catch my attention. now I've read the book and it was no deception. Glamour's all over this story and women are superber. recommended!


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A.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Sem palavras

Não compreendo o que se passou ontem.

Desde que te conheci que não paro de ser o que sempre quis. Ter o que sempre quis ter, viver o que sempre quis viver com alguém.
A dúvida sempre existiu em mim apenas porque nunca sei o que quero, apenas o sei quando o perco.

Ontem vivemos um dos momentos mais difíceis que nos foi incutido desde que nos conhecemos.
Nunca esquecerei a viagem de carro. o olhar da despedida. o teu levantar e erguer contra a conformidade.

És única.

Obrigado.
A.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Estilos Musicais

Tenho descoberto muita música nova, de vários estilos musicais diferentes. Questionei-me sobre quais os estilos mais presentes na minha vida e então levantei a informação:

A.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

a place called home

E o vento trouxe-me até aqui. E até o ar é diferente; o sentimento de "ir para casa" passou a soleira da porta.



Estou instalado;


Tenho plantas a espionar-me à janela;

Vista para a casa de campo;

A cor está sempre presente;

Lá fora o mundo está perdido;

Paris sempre presente;

No meio da confusão;

A fugidia;


A place called home:

A.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Tentativa de definição de relação

"(...)
But it was great seeing Annie again.
I realize what a terrific person she was, and how much fun it was just knowing her.

And I thought of that old joke.
This guy goes to a psychiatrist and says, "Doc, my brother's crazy. He thinks he's a chicken."
The doctor says: "Why don't you turn him in?"
The guy says: "I would, but I need the eggs."

Well, I guess that's, now, how I feel about relationships.
They're totally irrational, crazy and absurd.

But I guess we keep going through it...
because most of us need the eggs."

A.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mudar; nunca é tarde

Só se conhece alguém até sermos confrontados às pessoas, em situações que fogem ao controlo.


"não tens consideração"

Tou a adorar esta sequencia de filmes francófonos; todos em torno da carreira da actriz Agnès Jaoui; Colegas de rodagem; Realizadores ou autores de filmes onde participou; sem contar com os filmes onde efectivamente participou.



Quero também deixar o destaque a um filme realizado por ela: "Le goût des autres", do ano 2000.

Filme que gostei imenso.

A.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Le mari de la coiffeuse

Onde poderá a forma parar? Até onde consideramos que o limite foi superado e encontramos o estado de complexão? A etiqueta deixada ao acaso sobre os nossos passos não define o percurso que tentamos delinear. Sobretudo se os valores que tomamos por certos nos orientar para um destino melhor que o simples cruzamento entre a posse material e o vazio interior.
O amor surge como um possível refúgio para alguns. Forma de se esconder de si próprios; de perder o medo ou pelo menos de o esconder; de se perder no dia-a-dia sempre referenciado em textos de quem não sabe o que quer nem como o obter.
Por vezes sinto que a vontade de olhar além me fecha os olhos; sobre aquilo que não quero ver ou sequer considerar. O passado assombra o meu olhar; obstrui a minha visão e enevoa o meu ser.
Perdi a vontade de lutar; de querer; de procurar-me na rua vazia que é o meu percurso.

O filme "Le mari de la coiffeuse" mostra uma forma de o ver. Onde parar para se tornar imortal a teus olhos?
Superbo!


A.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Jazz Tati

Domingo à tarde, Café Tati, 17h.






A.

sábado, 12 de maio de 2012

Em suma, perdes-te


- E em suma, podes dizer que vives para deixar os outros passarem; sem deixar a tua marca, tornares-te em algo que faça a diferença, que torne a tua existência mais aceitável no vazio do dia-a-dia que nos consome, mastiga e engole. Sem darmos por ela, surgimos sem nada para contar e o objectivo desfocado da realidade.

Em suma estamos a falar do erro que a tua existência é. Da calamidade do facto de gastares oxigénio em cada inspiração que precisas para continuar esse erro e torna-lo cada vez mais real e mais profundo.

Em suma esta é a conversa que vens a adiar estes últimos anos mas que sabias que ia acontecer. A óptima situação em que te encontras é assim abalada pela legitimidade da minha opinião a chocar contra a tua recepção desta realidade que te aniquila. Te reduz à merda que és.

Em suma estamos a perder o nosso tempo.


A.

domingo, 6 de maio de 2012

O que 48h nos pode reservar

Ora aí surgia um fim-de-semana que à partida não parecia ter nada para me oferecer, mas mostrou ser bem preenchido e cheio de bons momentos.

Este continha:

A conclusão do festival IndieLisboa. Vi curtas, Longas, estrangeiras e nacionais. Sim, continuo a falar de filmes. Menção honrosa para os dois documentários sobre prostituição que vi: Whore's Glory e Meet the Fokkens.

Noite de copos com o pessoal. Foi breve e calma, mas também conta.

Feira do Livro Lisboa - sempre um bom programa. Aliás, sempre uma boa forma de comprar livros para todo o ano. Fnac no more!
O autor que se destaca é sem dúvida Boris Vian. Depois do "Arranca Corações", é-me impossível não ter desejo em descobrir as outras obras dele. Obrigado A.

Gafas partidas: episódio molesto de ir escolher outras. Processo doloroso e incomodativo. Raios, tar ali à frente de N modelos, à frente da pessoa e ser pressionado a tomar uma decisão e rápido.
Com a sorte que tenho tive de apanhar uma tipa que nem um sorriso consegui arrancar. Não diria antipática mas limite trombuda. Lá apliquei algumas camadas do meu charme e lá ela se deixou amolecer pela conversa. No fim quase parecia simpática. De notar: comprei umas gafas ridículas que gostei bastante. Só visto. eheheh

Dildo da Worten - Sempre e finalmente comprei a batedeira para deixar de bater claras em castelo à mão :) Primeira experiência - gateau Lawrence. Tá ali na cozinha a arrefecer :)

Jantar no Bio com a A. Agradável, devo dizer. Confesso que tinha algum receio de como seria. Depois da nossa última actuação no bacalhoeiro, diria que nos portamos bem :)

Concerto de Black Bombaim. Com a apresentação do último trabalho: "Titans". Não sou grande fã do estilo, mas apeteceu-me ir a este concerto. Gosto do zdb, contrariamente ao zé. Bons momentos instrumentais, os tipos têm presença em palco, mas devo dizer que houve momentos longos de repetição (acho que o baixista esteve a tocar a mesma "frase" durante pelo menos 20 minutos) onde comecei a divagar no pensamento: pensar se no dia a seguir precisava de ir às compras, ou onde estava eu no 25 de abril de '74...
Fiquem aqui com o tema onde eles colaboram com um sax tenor: "C - Steve Mackay, Isaiah Mitchell".

Essa noite continuou com a companhia da A. e mais gente que gostei de conhecer.
Festa de encerramento IndieLisboa, no MusicBox. A abarrotar de gente.
Tramaram-me: noite salsa; uma banda a tocar com um cantor cubano (ou isso dava a entender). Mas até me deixei levar pela brincadeira e acabei a achar piada à noite. great :)

see you next time,
A.

domingo, 29 de abril de 2012

Focus out

Não aguentaram a pressão...

Acompanharam-me estes últimos 4 anos, nos melhores e piores momentos. Pelo menos morreram de forma romântica: despedaçados pelas rodas de um carro, no meio da rua.
Quem me dera o meu fim também ser envolvido com qualquer expressão de poesia. Que inveja!


A.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Il Gattopardo (1963)


"(...)
- Príncipe, ainda que não acredite... este estado de coisas não durará. A nossa eficiente, moderna e ágil administração... vai mudar todas as coisas.

-Não deveria poder durar, mas durará sempre. O sempre humano, claro: Um ou dois séculos. E depois, talvez tudo será diferente, mas pior.

- Até mais, Chevalley.
- Até mais.

- Agradeço por tudo, Príncipe.
- Nós fomos os leopardos, os leões...seremos substituídos por chacais, por hienas. E todos...leopardos, leões, chacais e ovelhas...continuaremos nos julgando o sal da terra.
(...)"


A.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Prometo ser breve, antes de vos indignar

Finalmente, o nada aconteceu! E veio para ficar.
No descruzar das ruas, por onde navego sem capitão a bordo, encontro um adversário à altura: o tempo. Sem ele, onde estaria o sonho de o combater? de lutar contra a sua deflagração; ao ponto mais lato do universo: O meu destino. A viagem que comecei há alguns milénios atrás nunca terá o momento de repouso... onde possamos dizer que pelo menos metade do percurso foi alcançado.
A loucura assume-se como única alternativa plausível. O gosto pelo fim excita-me as papilas gustativas: "a beleza da morte, que todos adoramos" pousa em mim como a folha caída, da árvore confusa por entre o trânsito de automóveis.
Eternos espectadores do vazio sentimental, associamos as nossas necessidades vitais a ornamentos de vidas replectas de erros de caligrafia, de sintaxe, ortográficos, numa falta de sexo demasiado expressiva, demasiado presente, demasiado valorizada.
A falta de virtude ninguém caracteriza. Ninguém lamenta. Ninguém vê.
Pois eu quero apontar o dedo a alguém de horrível, de lastimável, de calamitoso: Eu!
Penso ter o direito de ser, de desejar, de dar! Nada disto é possível, no mundo que criei em meu redor. Nada me pertence, nada se junta a mim, que possa fazer sentido: sendo quem sou.
A vontade de superar o status quo depende apenas de um factor impossível de gerir: depende apenas de mim.
Hoje o silêncio, amanhã o desprezo; como podemos ter tempo para mais do que para o ódio?

Que merda eu sou, e portanto vivo. Não por muito mais tempo, prometo.


A.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Onde andas? vais demorar?

Sentei-me à margem, resguardado na protecção dessa pequena distância, para melhor percepção dos termos a empregar. Comecei com pequenos comentários, os quais achaste alguma graça. Avancei para pequenas questões e logo depois algo complicadas; safaste-te bem e obtive o teu interesse. Quando falei profundamente sobre ti, cheguei ao teu ponto de ebulição. Tentaste escapar mas não tinhas saída fácil. O mal-estar invadiu-te, senti-te pouco à vontade, mas disse o que tinha para te dizer há meses. Não sabia que tinha tanto para desabafar contigo e que me incomodava tanto ter esta conversa por largar. Não consigo deixar de te ver como a solução aos meus problemas. Tu não te queres aproximar. Sinto-me bem melhor por termos isto claro. Se não queres nada, lamento imenso. Insisti o quanto possível, a partir daqui é ridicularizar-me a mim e ao que sinto por ti.

De certo que há alguém para mim. Sim, mas onde?

Apareces ou quê, caralho?


A.

domingo, 1 de abril de 2012

Não sei jogar este jogo. Nem nunca percebi as regras!

Por vezes, ...a dor torna-se tão forte que penso que sobrepõe e abafa o pânico que sinto dentro de mim.
Hoje novamente, voltei a entrar na espiral do medo.
Há tanta coisa sobre as quais poderia falar neste blog. Tou tão farto de vir para aqui ser uma merda de um lamechas que só sabe procurar palavras para exprimir o que já devia ter exorcizado.

Só queria voltar a ser feliz. Há tanta gente que parece consegui-lo tão facilmente.
Deve ser como quando um desportista faz algo de muito complexo, visto por olhos leigos parece facílimo.

Não sei jogar este jogo. Nem nunca percebi as regras!
Só me apetece desistir.



A.

domingo, 18 de março de 2012

A rua a descer, termina numa curva e entramos no bar

O toque selvagem, induzido pela ordem das coisas, num momento que ninguém esperava. O caminhar por ruas silenciosas, vazias e com um sonho na mão. A tentativa de ter por momentos algo que procuro e que me despreza há demasiado tempo.

Tomara à noite a beleza do dia, onde deixasse esse comportamento horrível, a selvajaria, a defesa por motivos de medo. E conseguisse brilhar,  conseguisse ver e sentir o que tenho aqui guardado para ti.
Como é possível um corpo albergar coisas tão boas e coisas tão más?

"Por onde vamos, senão para lado algum?" já cantaram. E de facto percebo estas palavras hoje.



A.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Como é possível...

Para a "corrida aos Oscars", há a teoria que os melhores filmes nunca ganham... Bem, parece que os Oscars premeiam sempre os sucesso de bilheteira e nunca o filme pela sua qualidade. Senão penso que haveria mais variedade na origem dos filmes premiados, que não a estadunidense...
Outra característica que se verifica é que os filmes premiados têm sempre um "formato hollywoodiano"... e todos os filmes que caem fora desta apreciação, são sempre olvidados na noite dos prémios...

É pena, mas sempre há a lista dos filmes nomeados que podemos pesquisar. Acabo sempre por descobrir grandes filmes nos nomeados para "melhor filme de língua estrangeira" e "melhor filme de animação".

É sobre este último prémio que pretendo falar aqui hoje.
Existem dois grandes filmes na lista de nomeados deste ano: o francês "une vie de chat", que é giríssimo, engraçado, vê-se muito bem e sabe mesmo bem ver.
O outro é o cubano "Chico & Rita", e aqui fiquei boquiaberto.


O filme retrata a relação entre um homem e uma mulher na Cuba dos anos 50.
A paixão entre estes dois seres nasce e cresce a tal ponto, que nunca mais vão esquecer um ao outro.
A vida separa-os e volta a uni-los, para novamente voltar a separa-los, mas entretanto o tempo passa e o destino parece os ter condenado a sofrer longe um do outro.
O filme deixou-me de rastos, ao pensar que tal pode acontecer a todos nós, foda-se acontece todos os dias...
Não podemos deixar o tempo escapar, a vida é tão curta...

NOTA: Há uma grande e bela referência ao jazz (e rumba, cha-cha,...) das décadas de '50 e '60, fica aqui a homenagem a Chano Pozo.

 A.

domingo, 4 de março de 2012

Afghan Wighs

Após a primeira vista de olhos sobre quem irá passar por Bruxelas, vi que os Afghan Wighs reuniram a banda e estão em digressão por essa Europa a fora.
Já conhecia a banda, mas não lhe tinha dado a devida atenção, então decidi voltar a provar e de facto estou a gostar bastante do álbum "Gentlemen", de 1993.



Aqui deixo a faixa "Gentelmen".


A.

Ah cigano!

A.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Rua vazia

E a rua apresenta-se perante mim com promessas de tanto, que não sei por onde começar...

A.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O primeiro passo

No momento antes da partida, há sempre a sensação de deixar algo para trás, de temer a decisão.
Ontem o existir era exequível graças à inconsciência.
Hoje a loucura momentânea define as novas regras do jogo.

o próximo passo apresenta-se sempre de forma irregular,
incerto de uma decisão destas, fico com o meu eu reduzido a pó,
os novos horizontes podem ser a idealização de algo que nunca acontecerá.

Apenas nos resta definir certezas hoje,
para se tornarem imutáveis à medida que evoluímos na decisão,
partamos do princípio que as coisas não estão bem e têm de mudar.

Evoluamos a partir disso.

A.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A margem-sul do rio Tejo, prt.1

Aqui deixo algumas fotos de uma volta que dei no começo deste ano, logo no início de Janeiro.
 O tema é "A margem-sul do rio Tejo" e começo este documentário com as terras: Pinhal-Novo, Montijo e Alcochete.
 

Pinhal Novo

Montijo


Montijo

Alcochete

Alcochete

Alcochete

Alcochete

Alcochete

Alcochete
A.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Roman Holiday

Magnífico filme de William Wyler, de '53.


Magnífica Audrey Hepburn.
Adorei a cena final do filme, o recuar da câmara, o último andar em direcção ao absurdo da vida sem a mulher que se ama. Os segundos que passam, a dor-indecisão-pânico que aumentam.
Um homem nunca mais é o mesmo.
O amanhã trará o vazio e este nunca irá complectamente embora das nossas vidas, apenas nos habituamos à sua presença.

A.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Jane Eyre

Jane EyreJane Eyre by Charlotte Brontë

My rating: 2 of 5 stars


well, I suppose that not all considered great books can be found like it by everyone. This book is not a surprise (unlike her sister's "wuthering heights" was) and is kind of deceiving going through the description of Jane's life and find out that nothing breathtaking really happens. The characters are not really interesting (beside Jane's temperamental and decisive way of being), and Jane's deceived way of living her life is tiring. It looks like her life it's wasted, and she only find a reason to life through that love she feel about a man she didn't understand but felt in love with. There's one interesting thing about this story: those two character's aren't the typical beautiful, desired by everyone kind of man nor women. those was two regular persons, with a particular kind of personality that live their life, on our planet earth.

This book was an immediate success when it was published and her sister's books was unmindful by the then England's readers. today I found this book just not that important and not at all overwhelming. after those two disappointment ("one hundred years of solitude" and "jane eyre") I think my next book will be a history or scientific one.



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domingo, 22 de janeiro de 2012

a place in the sun

depois de tantos meses sem nada me acontecer hoje voltei a provar a rigidez do alcatrão.
Gravei 30 segundos de guitarra/bateria/baixo com o novo equipamento. Funciona às mil maravilhas. 0ms de latency!
E fim da noite com um filme (A place in the sun), continuo a desbravar a lista da revista Emprire!


O filme que nos mostra a ambição e estupidez de alguém que não mede a consequência dos seus actos. True love, e uma Elisabeth Taylor lindíssima!

A.