quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pára-quedas

Sobre o tema "problemas":


“ Just because nobody complains doesn’t mean all parachutes are perfect."

— Benny Hill


A.

Tão verdade




A.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eça,

Vou ler os Maias.



Eça nasceu na Póvoa de Varzim e faleceu em Paris. Não sabia que era cônsul lá.

Até foi cônsul em vários outros sítios: Havana, Newcastle e Bristol.

Filho de pais com dinheiro e posição social proeminente, bastou tirar o curso de Direito em Coimbra, viver em Lisboa uns tempos, viajar pela Ásia, meter-se na Administração pública em Leiria...para evoluir para o consulado.

Não sei de nada de sua vida amorosa. Cá para mim...

O que me leva a pensar quantos não tinham um potencial enorme como romancistas e não tiveram oportunidade de se mostrar porque não vinham de famílias abastadas? Isso é medonho e entristece-me.

Onde o Eça teve mais rendimento literário foi quando esteve em Inglaterra. Mau era! Newcastle? Bristol? Não há lá nada, sem ser rochas!

Eu sei, porque tive de ir ver o que aquilo era, depois daquele telefonema a ameaçar-me a passar os próximos meses a ler muito! Muito, meus amigos!! ehehe

A.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Amenófis IV

..Mais conhecido por Akhenaton, foi um dos mais importantes reis egípcios. Revolucionou o seu reino, acabando com o politeísmo e proclamando Aton como único deus: o deus do Sol e da vida. Alterou o seu nome para Akhenaton, que significa "seguidor de Aton" e criou o templo de Tebas. As reformas foram várias, com o intuito de evoluir o povo egípcio e torna-lo mas forte. Nefertiti, sua esposa, sempre o apoiou e ajudou nas suas decisões.
Quando Akhenaton morreu, o povo cagou pra essa merda toda, voltaram a adorar os deuses todos como antes do seu reinado e fizeram com que os seus feitos fossem destruídos e esquecidos.

Hoje pouco nos fica dele, apenas a mensagem simbólica da sua vida.





A.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

a morte

Ao ler um artigo da National Geographic, que falava sobre a ilha Athos, descobri a ordem monástica que lá existe. É bastante rígida e extremista, os monges são pessoas completamente desligadas do mundo que existe fora das suas preces.

A tal ponto que quando morrem, os seus ossos são lavados em vinho (segundo uma tradição grega muito antiga) e guardados lá no mosteiro.

Gostei da conclusão do artigo, que se referia a este particular ponto e explicava assim um monge:

"A morte é um passo muito fácil, para quem se considera já morto para este mundo."


A.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

so much!

ando praí a consultar umas listas. fogo, muitas listas se fazem.

A minha cena é, tentar perceber que livros poderão ser demasiado importantes, para eu não passar ao lado deles.

A cena é que são muitos. e descobri o site goodreads, que me ajuda nisso. Ajuda-me .. isto é.. sim, ajuda-me a ter uma lista de livros 'to read', que com a qual posso definir coisas do tipo: 'eh pah, ao tempo que tenho este na lista dos to-read, vamos lá ler isto', ou então: 'eh pah, eu sei que comprei este há só uma semana, mas quero le-lo agora'. ehehe

próximas leituras:

"A pianista", eh pá tenho mesmo de le-lo, já o tenho há 2 anos em lista de espera!!
"A Odisseia", tenho de o comprar. quero ler este, porque tenho o "Ulysses" de Joyce por ler, e quero ler o Odisseia antes do Ulysses
"o evangelho segundo jesus cristo", fogo.. ainda nao tenho coragem :P fica para depois..
"os miseráveis", comprei a versão de bolso, em françês. É bem mais barato. fogo que em pt são 35€!! um livro que deveria ser oferecido na rua! em vez daqueles jornais grátis de MERDA!

e vários autores europeus!! principalmente franceses: Proust, Zola, Anatole France, Hugo, Camus..


falando em Anatole France, vou ali à fnac comprar o Naïs, dele. tá a 5€. e aproveito passo pelo quiosque ver se há "courrier international" e "ulysses".

fui,

A.

largar tudo

sem o querer, tomei a desejada loucura como se ontem se tornasse luz. talvez a razão me tenha escapado, no delinear da verdade, onde tudo se torna obscuro .. para poder existir. definir-se através de dor, da compaixão. tu já não sentes como o dizes, como o palpavas. golpes rudes definem a tua personalidade..crises após crises. o círculo de óbitos reúne-se para se demarcar da sanidade moral do frenesim instaurado nas ruas, à hora de almoço. entre-campos não é nada..nem sombra..nem vento. só me apetece...

uma imagem aleatória:



A.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

voltei lá,

sim, voltei. falo da cinemateca.

Não tinha la ido desde o falecimento. Está diferente, as definições estão perdidas, os lugares, as expectativas.

Não sou um trad da merda. Conheci aquilo com os textos dele. Não eram só os filmes, a tela a preto e branco, o cheiro a mofo, as pessoas com pensos na testa... Eram as suas palavras!
Sobre os seus sentimentos em relação àquilo que descrevia: o cinema.

Fui ver 'Sullivan's Travels' (1941), de Preston Sturges. bom!

Gostei do facto de ele procurar realizar um filme de grande impacto, uma cena muito séria e dramática e no final de contas, depois daquelas aventuras todas, perceber que no fundo, quando as pessoas realmente não têm nada, apenas têm o riso, como forma de expelir os seus males.

bom!

Faz-me lembrar o tema recorrente do zé: porque é que as comédias não ganham Óscares de melhor filme, ou melhor interpretação?

A verdade é que já ganharam. Mas agora o drama é quem manda aqui.







A.