tenho medo. medo do momento em que a tua presenca traga a desordem e a luz acabe por descalcar a forma da tua silueta sobre a minha inexperiencia de mestre na absorcao da reessidiva malvadez do meu egoísmo.
Nem por mais perto que consiga chegar a ti, nada me abstece da falta de mim. Falta-me o mim em mim, para me sentir eu. Nem que para isso tenha de ser alguém que nao passe por outra coisa que o falso. o absurdo. Hoje temos cá a tomada de posse do rasca, como sénior cenas coiso mor. o que vai desengatar isto tudo e por tudo a leste. Nunca sobreviveremos a tal mudanca e portanto estas sao as minhas ultimas palavras enquanto que ser quase incabado mas quase acabado. O acabado que trata de si como o cao poe ovos a estrelar na mesa da cozinha e que passa por lá o chefe de família apressado para a reuniao com o director de servico, que poderá assinar a causa da perda da sua vida pessoal. casamento filhos e cao, tudo pó caralho. nem penses que a gaja nao saiba, mas está-se a cagar e nem lhe ocorre a ideia de tal vir a ser um problema. de qualquer forma ela safa-se, ainda é boa e atrai praí um tipo qualquer que a mantenha durante uns anos e depois manda-o foder-se. Entretanto quem se fode é o cao, esses sao sempre os que sao fodidos no final. Nem comida no prato nem casota seca. a puta da chuva cai lá dentro e de noite é um frio do caralho. mais farto desta situacao de merda. Vou masé pirar-me antes que a reuniao acabe. hasta.
A.