Peça astronómica apresentada no Maria de Matos.
Enorme e longa de duração.
O destino selvagem de uma família é posto à prova quando a 'liberdade' veio mudar a vida abastada, cheia de criados "..que nem na cozinha podiam entrar" destas vítimas da mudança.
Demasiados risos, demasiados gritos, pouca luz, muitas sombras. Não há um vislumbre perfeito das personagens a somar a uma confusão de inúmeras personagens deixaram-me perdido no quem-é-quem. Afinal é fácil: todos são um: a família.
A crise a loucura instalam-se, o filho do criado fica com a casa, com o gingal e todos se vão embora.
Até à primavera.
Adeus.
A.
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